quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

COMPÂNIA LEDA STELA


FUNDADO NO RIO DE JANEIRO EM 1925

SENDO A PRIMEIRA ATRIZ
COMPÂNIA IZABEL VASCONCELLOS
( LEDA STELLA )

EURICO SOUZA E SILVA (TEATRÓLOGO PROFESSOR DE TEATRO), ATOR

IZABEL VASCOCELLOS ATRIZ
DIRCE DE SOUZA VIANA ATRIZ
FLODOALDO TOGNERI VIANA ATOR 
ODILA NOGUEIRA ATRIZ
ORUBATAN DE SOUZA ATOR
HENRIQUE LEON FÁ ATOR
GERSON VOM RADOW ATOR 
JACIMAR SILVA ATOR
MARIA PULCÉRIA ATRIZ
FLORIANO DE BARROS

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TEATRO ESCOLA DE VITÓRIA (T.E.V)
FUNDADO 28/07/1951 - RG-23/01/1957
INDETERMINADO, ADEQUANDO-SE À LEI 10.406 DE 10 /01 /2002 - QUE ESTABELECE O NOVO CÒDICO CIVIL BRASILEIRO

FUNDADORES


EURICO SOUA E SILVA
IZABEL VASCONCELOS DE SOUZA
FLODOALDO TOGNERI VIANA
DIRCE DE SOUZA VIANA
GERSON VON RANDOW
ANA VON RONDOW
MARIA PÚLCÉRIA
JARCIMAR SILVA
FLORIANO ACCIOLY DE BARROS




> ATORES E ATRIZES

EURICO SOUZA SILVA
IZABEL VASCONCELOS DE SOUZA
DIRCE DE SOUZA VIANA
ORUBATAN DE SOUZA
FLODOALDO TOGNERI VIANA
ÓDILA NOGUEIRA
HERIQUE LEON FÁ
FLORIANO DE BARROS
MARCUS VINICIOS DE SOUZA VIANA
MARCIA VIANA ( NETA )
NADIA DE SOUZA VIANA
DORIAN DE BARROS
CREUZA GRAMACHO
ELIZIO NATALINO
MARIA PULCÉRIA
GERSON VON RONDOW
ANA VON RONDOWKATIA VIANA
CHICO LESSA
EMAURICEIA MENGUCE
DAVI MARCOS FILHO
ELIZA BETH LOIOLA
WASHINGTON PONTES
DILCÉIA CAETANO
CARLA VIANA
JORGE LOPES
LAERTE SILVA
JACIMAR SILVA
GIOVANA MEREGUETI
FLORIANO BARROS
LUIZ DENADAY
LUSIMAR PAIXÃO
WALACE DE SOUZA VIANA
DANIELA VIANA
MARCIA RODRIGUE CORDOLINO
DANUZIA RODRIGUE VIANA
MARIA CIBELI
MANOEL VIEIRA
JOSE AVELINO
MARCOS ANTÓNIO NACIMENTO




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

TEATRO VITÓRIA

ATRIZ - DIRCE DE SOUZA VIANA
ATOR - FLODOALDO TOGNERI VIANA
ATOR - GERSON VON RONDOW
O CASACO ENCANTADO ( Peça Infantil )
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ATOR - JACIMAR SILVA

Historia - CHICO LESSA ( Musico - Ator )
  • Depoimentos
Meu nome é Francisco José Viana Lessa. Eu nasci em Vitória, Espírito Santo em 12 de novembro de 1948.



FAMÍLIA

Pais/ Irmãos

Meus pais são José Arimatéia de Almeida Lessa, já falecido, e minha mãe Fani Viana Lessa. Minha família é de seis irmãos: Jorge, depois de mim tem a... – eu sou o mais velho – Magda, o Jorge, Tadeu, Eleonora e Alexandre.

INICIAÇÃO MUSICAL
Iniciação musical

Meus pais não têm relação com música, mas eu tenho um tio que fazia teatro. Então a minha infância foi assim; eu freqüentei muito bastidor de teatro. Ele tinha o Teatro Escola de Vitória. Ele foi fundador desse teatro, desse grupo. Eu vi o Procópio Ferreira, por exemplo, assim nos bastidores. Bibi Ferreira. Ah, eu tinha oito, nove anos de idade, dez anos. E ele encenava todo ano. Encenava a vida de Cristo. Era muita coisa. Nelson Rodrigues também. A primeira vez que eu ouvi falar de Nelson Rodrigues foi, não tinha idéia, mas foi nessa época.
A primeira música que eu ouvi, que me marcou, foi Kalú. É um baião, acho que é Luiz Gonzaga, não é? E Kalú eu vi em um, eu lembro dessa cena, parque de diversão que tinha do lado da minha casa. Tinha um areal e tinha parque de diversão. E eu lembrei. Quando eu chego lá tinha um calouro cantando essa música, cara. E fiquei com ela na cabeça. E depois, anos mais tarde, que eu fui saber. E freqüentei...


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ATOR - GERSON VON RANDOW ATRIZ - DILCÉIA CAITANO
O CASO DOS PIRILAMPOS ( Peça Infantil )
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GRANDE ATRIZ DIRCE DE SOUZA VIANA

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GRANDE ATRIZ ÓDILA NOGUEIRA DE SOUZA
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Homenageados
IV Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória

Diretor - Flodoaldo Togneri Viana

Nascido em 1920,o capixaba de Alfredo Chaves estreou no teatro entre 1938 /1939,como ator, na peça“O Descobrimento do Brasil”.Foi o fundador do Teatro Escola de Vitória, em 1951, ao lado de nomes como Eurico Silva, Dirce de Souza Viana, IzabelVasconcelos de Souza e Gerson Von Rondow. É considerado um precursor do teatro no Estado.

Pelo Teatro Escola de Vitória, ele levou pelo Brasil peças como "As Mãos de Eurídice (de Pedro Bloch, 1952), "Quem Beijou Minha Mulher?”, “Beijo no Alfalto" e "A Víbora da Cruz”. Na primeira fase de atividades da escola, o grupo de Flodoaldo chegava a fazer em média 15 espetáculos por mês. Suas estréias eram sempre no Theatro Carlos Gomes.

Em 1962, o projeto foi interrompido, mas Flodoaldo Viana não abandonou o teatro. Ele continuou a montar algumas peças infantis nos anos 60, 70 e 80.

Glecy Coutinho Filha de capixabas, nasceu em Aimorés (MG), veio para o Espírito Santo com apenas oito dias de idade. Viveu até os 23 anos em João Neiva, onde é Secretária de Cultura.

Por 20 anos trabalhou em veículos de comunicação de Vitória e foi professora do curso de Comunicação da Ufes, onde se aposentou.

Nos anos 60 e 70 atuou em muitas peças de teatro com o grupo “ Praça Oito” dirigido por Gerson Von Rondow. Trabalhou também na peça de Plínio Marcos “Navalha na Carne”, em 1968, que foi proibida pela censura. Atuou ainda em peças infantis.

Em 1970 foi dirigida por Flávio Rangel na peça de Pirandello “Assim é se lhe Parece”, com a Companhia de Teatro de Paulo. Sua última atuação em teatro foi em 1982 na peça de Amylton de Almeida “Mamãe Desce ao Inferno”, dirigida por Renato Saudino. Escreveu duas peças de teatro e teve participação em alguns longas. Falando nas homenagens (que eu esperava para o último dia), receberam hoje o prêmio de homenageados desses anos (Uma réplica da frente do Teatro Carlos Gomes)

O diretor teatral Flodoaldo Togneri Viana, cuja história remete desde 1938, quando se iniciou como ator, graças a um antigo amor, e fundou o Teatro-Escola em 1951. A atriz Glecy Coutinho, que já fez os mais diversos trabalhos, dentro do teatro e no cinema. o ator, diretor e produtor Tião Carneiro, que também já fez os mais diversos trabalho em palco ou na frente de uma câmera. E, uma bela homenagem póstuma ao Bailarino, artista plástico, coreógrafo, cenografista, figurinista e músico, Magno Godoy. Antes deles receberem seus prêmios, tiveram uma breve homenagem através de vídeos, muitas vezes emocionantes.Na hora do recebimento dos prêmios,por alguma falha da produção do festival, não foi avisado ao Sr. Flodoaldo Togneri Viana que deveria ser breve no seu agradecimento, fazendo-o ser interrompido abruptamente pelos apresentadores da programação, pior do que isso foi a chuva de vaias do público presente, desrespeitando os apresentadores, que simplesmente responderam: “Um ator está em palco para recebe palmas e vaias, também!”. Triste o fato acontecido!

Mas é isso, assim começou o Festival Nacional de Teatro, que promete nos trazer os mais diversificados espetáculos e apresentações. Não percam um dia, se possível, pois vale à pena prestigiar o teatro, seja do nosso estado ou não!

Agora um release sobre os trabalhos do dia 13/10/2008 e sobre os homenageados: TEATRO ESCOLA DE VITÓRIA

ATRIZ MARIA PÚLCÉRIA - O ATOR GERSON VON RANDOW
APEÇA INFANTIL O GATO DE BOTAS
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> A PEÇA INFANTIL OS PIRILAMPOS <

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A PEÇA INFANTIL O CASACO ENCANTADO

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Projeto Depoimentos apresenta Flodoaldo Viana na Fafi

Márcia Brito

O mês de setembro marca a estréia de personalidades do Teatro no Projeto Depoimentos, uma nova ação cultural na Escola de Teatro e Dança Fafi, que consiste em realizar entrevistas com personalidades da Dança e do Teatro locais e nacionais. O objetivo é registrar tais depoimentos sobre assuntos relacionados à memória brasileira com interface aos objetivos da escola. O entrevistado será o ator, produtor e diretor Flodoaldo Viana.

Natural de Alfredo Chaves (1920), interior do Espírito Santo, Flodoaldo estreou no teatro entre 1938 e 1939, na peça O Descobrimento do Brasil, de autoria do capixaba Milton Machado. Vale a pena destacar o caminho do entrevistado e o Teatro Escola de Vitória (TEV), que tem uma trajetória comunitária e ininterrupta de 1951 a 1961, retornando depois, nos anos 70, a produzir teatro no Estado.

No TEV prevalecia um estilo "clássico" de representação, utilizando inclusive o "ponto" nas apresentações. Estas e outras histórias serão contadas para os alunos e interessados nesta sexta-feira (10), às 17 horas, no Laboratório de Artes Cênicas.

História

Flodoaldo nasceu, a 16/10/1920, em uma fazenda de Alfredo Chaves, interior do Espírito Santo. Passou sua infância em Cachoeiro de Itapemirim, vindo em 1932 para Vitória, onde estreou no teatro, entre 1938 e 1939, como ator, na peça beneficente O Descobrimento do Brasil, de autoria do capixaba Milton Machado, encenada ao ar livre no adro da Igreja de Santo Antônio.

Trabalhou, desde 1932, na Farmácia Cunha, emprego no qual permaneceu até 1943, quando, em visita a Alfredo Chaves, teve oportunidade de assistir a peças encenadas pela Companhia de Comédia Leda Estela, que, subvencionada pelo SNT, viajava por todo o interior do Brasil, dirigida por Eurico Souza Silva, que a havia fundado juntamente com sua esposa D. Izabel Vasconcelos (cujo nome artístico era Leda Estela).

Apaixonou-se então pela filha dos fundadores, Dirce Souza, com quem se casou em Cariacica, em 1943. Após o casamento, decidiu abandonar o emprego e sua casa em Vitória, e passou a correr o Brasil, juntamente com a Companhia de Comédia Leda Estela, como profissional de teatro, adquirindo uma prática que iria ser de grande utilidade no futuro.

Nestas andanças, "mambembaram" por todo o País, inclusive pelo Espírito Santo (nos anos de 1945 e 1951), tendo como grande adversário o cinema. Em 1951, quando a Companhia de Comédia Leda Estela veio, já pela terceira vez, ao Espírito Santo (estiveram aqui em 1943, quando se casou, e em
1945), seu diretor, Eurico Souza Silva, teve um enfarte em Vitória.

Cansados da vida de teatro e premidos pela necessidade de possibilitar estudos aos filhos, em idade escolar, Dirce Souza Viana e Flodoaldo resolveram dissolver a Companhia de Comédia Leda Estela. Decididos, no entanto, a continuar a fazer teatro, fundaram em 28 de julho de 1951 (68) o Teatro Escola de Vitória, ou TEV. A primeira peça do TEV foi As Cartas Não Mentem Jamais, de autoria de Eurico Souza Silva (pai de Dirce), que estreou na Escola Normal Pedro II (atual Colégio Maria Oruz).

Ainda na década de 50, montaram também Almas do Outro Mundo (infantil) e Bombonzinbo. Em 1962 o TEV interrompeu suas atividades, por vários motivos, entre os quais a necessidade de Flodoaldo dedicar-se aos seus negócios extrateatrais (administração de um bingo e a direção de uma empresa de som e publicidade) e o fechamento do Teatro CarIos Gomes (pois havia terminado o prazo do contrato de arrendamento pela Empresa Santos).

Recomeço

A interrupção durou até o início da década de 70, quando Marien Calixte, na época diretor do Serviço de Teatro da Fundação Cultural, convidou Flodoaldo para tomar conta da parte administrativa do Teatro Carlos Gomes e organizar um grupo teatral dentro do próprio teatro. Flodoaldo remontou então O Casaco Encantado, de Lúcia Benedetti, e Chapeuzinho Vermelho, de Paulo Magalhães.

No entanto, só chegou a apresentar Chapeuzinho Vermelho, pois se demitiu devido a um desentendimento financeiro com a Fundação Cultural, acerca de seus honorários. Porém, estava dado o impulso, e o TEV remontou na década de 70 antigos sucessos como, O Gato de Botas, de Geysa Bôscoli; O Casaco Encantado, de Lúcia Benedetti; O Mártir do Calvário, de Eduardo Garrido; Auto de Natal, de Lúcia Benedetti.

Esta última peça passou a fazer parte dos festejos da Serra (ES), sendo encenada ao ar livre nos anos de 76, 77, 78, 79, 80, de maneira sui generis: as falas eram previamente gravadas, e na hora da apresentação os atores apenas mexiam com a boca, para evitar os problemas de audição dos diálogos, que normalmente acontecem em montagens ao ar livre.

O Teatro Escola de Vitória foi o primeiro grupo a ser reconhecido como de utilidade pública no Espírito Santo (Lei nº 1.018). Os diretores de suas montagens eram geralmente Flodoaldo Viana, sua mulher, Dirce Souza Viana, e Henrique Leonfar. Na sua primeira fase (1951 a 1962) realizava em média de dez a 15 espetáculos por mês (geralmente nos finais de semana), sendo quatro a oito no Teatro Carlos Gomes (em Vitória) e seis a sete em outros locais (pelo interior, e mais raramente, em outros Estados).

Geralmente, o Teatro Escola de Vitória estreava suas montagens no Teatro Carlos Gomes, regra estabelecida depois de suas duas primeiras encenações, e que poucas vezes foi rompida. No entanto, como de 1951 a 1961 as outras companhias de teatro não se apresentavam neste local com a mesma facilidade do TEV (que tinha nele uma espécie de sede, onde guardava o material de cena e ensaiava), criou-se o boato de que a Empresa Santos, arrendatária do lugar, possuía um acordo com FIodoaldo Viana, reservando o uso da sala, com fins teatrais apenas para o Teatro Escola de Vitória, o que não era bem a verdade. (A Empresa Santos, através de arrendamento do local ao seu proprietário, o governo estadual capixaba, detinha o monopólio do uso do Teatro CarIos Gomes já antes da década de 50, utilizando-o apenas como cinema).

FIodoaldo Viana tornou-se o único a ter permissão para utilizá-lo de maneira mais freqüente porque, além de pagar o aluguel devido, já tinha trabalhado como maquinista profissional e sabia desmontar e montar com perfeição a tela do cinema que funcionava no Teatro Carlos Gomes; além disso era amigo de Francisco Cerqueira Lima, diretor da Empresa Santos.

As demais companhias, mesmo as vindas de fora, só recebiam permissão para ali se apresentarem, se Flodoaldo concordasse em desmontar e montar a tela para os pretendentes a usuários, cuja eventual habilidade nessa tarefa não recebia a mesma confiança conferida à sua pessoa. Pelo uso do teatro, a Empresa Santos recebia dele uma quantia derivada da renda das sessões, que por serem bastante concorridas, também eram a fonte do pagamento de pequenos cachês para os atores, figurinos, cenários, confecção de ingressos e cartazes, etc.

Estas sessões eram, aos domingos, em número de três: uma pela manhã, uma à tarde (14 horas), e outra às 16 horas. Como às 20 horas era realizada a sessão de cinema, mal acabava o último espetáculo, começava-se a montar a tela.

Também eram comuns as viagens e as apresentações ao ar livre, o que exigia uma constante renovação das peças encenadas. Assim, geralmente de quatro em quatro meses o TEV montava um novo texto, mantendo os antigos em repertório, no entanto, e os reapresentando constantemente. Tal hábito foi quebrado na década de 70, quando o TEV reiniciou suas atividades limitando-se apenas a reapresentações de seus antigos sucessos no teatro infantil.

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> O ATOR FLODOALDO TOGNERI VIANA ===================================